Rosa dos ventos que bate e voa Palavras que feitas para rimar atuam Ventos que vive e que me impeça que morra Atores que estão aqui para cantar lutam Quero correr o palco é infinito Mostro minha face feliz mostro minha face triste Faço um teatro sobre todo meu íntimo Conto uma palavra que voa e insiste O palco é infinito como o amor O palco é infinito como o céu O palco é infinito como a dor O palco é a vida de um ser O palco é a vida dum ator dum cantor O palco é viver ou morrer
13.2.09
Crise, que crise?
Que grande Ironia! As fronteiras fechadas de lá para cá, "estadounidenses" viajando em porta-malas de carros velhos a caminho da terra prometida: o Brasil. A família Wineman chega ao território brasileiro e procura emprego (sob o status de imigrante ilegal). As coisas também não são boas para o lado mexicano do ser. Quem diria que o Perna-longa estaria pedindo emprego para o Ligeirinho.Balança a formosa bandeira dos Estados Unidos! Balança como toda a econômia mundial. Bem, entre os risos e as unhas roídas de toda uma sociedade podemos ver que já começaram a roer os dedos e os seus respectivos ossos. Pergunto-me se algum terrorista Islã ainda não teve a grandiosa idéia de um ataque? Parece que o glorioso palco de mentiras está encerrando as atividades e os atores foram brutalmente despedidos. Moulin Rouge agora terá que ser encenado como teatro de rua.Lembro da família Owen que ganhava um dollar por dia nas Fabulosas fabricas da FORD, bem a familia Owen foi despedida e o dono da FORD hoje ganha um dolar. O mundo seria injusto ou eu ando irônico demais?Dou risadas de internet. O mundo que conhecemos está indo a direção de um grande buraco e tudo foi movido por forças que jogaram poker com um dinheiro que não podiam ter gasto. Alguns dão risadas, outros estão chorando e outros falam "crise, que crise?"Alias, "crise, que crise" tem 13 letras.
WWW. QUEM SOU EU.COM.BR
Palavras pitorescas em papel digital
Falar "eu te amo" a uma máquina é tão bizarro
Tenho um contato direto com meu "eu" virtual
Como Adão, tambem me contaram que vim do barro
Toda palavra virou postagem
Toda poesia é apenas devaneio tolo
Agora sem sair de casa você pode fazer uma viagem
Ou pesquizar (por que não?) uma receita de bolo
Agora tenho mais amigos virtuais
Minha página do Orkut é meu alter-ego
Agora me diverte as coisas que não são reais
www. Quem sou eu.com.br
Pergunto a um Internet Explorer qualquer
O corretor automático impede que eu erre!
Prólogo (um pequeno solilóquio sobre acontecimentos... nada importante)
Os tambores do carnaval soam! Entre o confete e as espumas que estupram nossa imaculada seriedade... O carnaval é tempo de se parecer ridículo. Observei uma festa destas a distância, não sou fã de aglomerações e nem de folía, tambem não sou fã da música deles porém sou um observador (ando meio narcisista) e olhando os movimentos infiro algumas opiniões que talvez possam ser escutadas, lidas, entendidas e criticadas; por que não?
Um tempo atrás a insônia me atacou, acordei em meio da madrugada e ví a notícia que um jovem de 13 anos tivera um filho com uma menina de 15. Um caso da Inglaterra. Antes disto, creio que uns dois ou três dias antes, ví a notícia que os jovens andam usando drogas cada vez mais cedo (a média de 13 anos aqui no Brasil). Enfim, espero a noticia que uma gangue composta de recém nacidos saquearam uma loja de brinquedos ou um garotinho de 4 anos mantem refém um papai noel e se suas exigências não forem concluidas ele dará cabo do papai noel.
Repousei o copo sobre a mesa, estara vazio e este vazio imitava o vazio que meu bolso iria ficar após pagar a devida conta. Tudo pago andei em meio a algazarra tomando o devido cuidado para não ser atingido pelas espumas e maizenas que eram lançadas ao quatro ventos. Tocava um frevo, música devidamente brasileira, porém não me agradava, estava de mal-humor, sempre estou mal-humorado. Muitos sorriam em minha volta, muitos dançavam e muitos estavam vestidos de mulher (do qual não eram devidamente mulheres). Cruzei aquele mar de gente ileso, fora burrice tentar sair daquela onda de sujeira sem se sujar porém consegui tal proeza muito bem!
Lembro que ainda teremos os quatro dias pela frente, dias e dias e dias e dias! Fico feliz por ficar no ócio que tanto me alegra! Ouvirei músicas como Joy Division, Baobä estereo group e algum Jazz, pretendo terminar de ler meu livro do Carlos Drummond de Andrade neste meio termpo, pretendo ler as notícias e lembrar que o tempo de ócio acaba a cada segundo.
Acordo! Olho o relógio: 4:32 da manhã... Apartir daí não dormirei mais. Ligo uma musica para tentar acalmar, eu estava sonhando com algo que não lembro... Levanto-me e bebo um copo com água. Preparo-me para tomar um banho revigorante já que não voltarei ao mundo de Freud, enquanto isso a tv vomita as notícias.
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